TATUAGENS!

O que ELES e ELAS pensam sobre isso?

VAI ROLAR A BOLA!

Finalmente vai começar a bendita série C!.

SEXY, GALINHAS, BURRAS, SUCULENTAS?

O que ELES e ELAS pensam sobre estas famigeradas garotas.

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O TWITER DE UM HOMEM

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segunda-feira, 2 de julho de 2012

AMOR REAL

Hoje estou nostálgico - para variar.
Talvez seja reflexo do meus novos, porém exibidos cabelos brancos. Tudo bem que são só uns fios aqui ou acolá, mas são o suficiente para despertar em mim um sentimento de "no meu tempo".

Meus pais, sempre que começam a contar alguma história de quando eram jovens, usam este bordão:
- No meu tempo isso... No meu tempo aquilo...
Este é o prefixo de quem já viveu um pouco mais, ou pelo menos sente-se um pouco mais experiente, vivido, velho - forcei a barra?
Mas para amenizar este meu momento "old", resolvi trazer à memória coisas que me dão esperança. Segundo minha amiga Bruna Gabriela, esta é sempre uma boa pedida para estes momentos.

Lembrei das minhas tardes adolescentes, onde depois de um dia cansativo de aula, chegava em casa, ligava a TV, eu ouvia o agradável som da voz do "Cajú" dando o comando ao seu companheiro de clube:
- Dá o play Macaco!
Haaaaaaa! era a Tv CRUJ, um programa comédia que passava no SBT, onde uns garotos que haviam montado uma TV pirata invadiam a programação para rodar desenhos - Revolucionário, não?

domingo, 1 de julho de 2012

8 ATITUDES QUE FAZEM ELA BROXAR


Vou falar por mim, mas, se eu fosse você, levaria em consideração, já que sou mulher.
Por mais que estejamos mais desencanadas e não pensamos desesperadamente que um ficante pode virar namorado ou marido, algumas coisas que você faz na pré-produção nos broxam completamente, a ponto de perdermos o interesse na finalização.

Essas atitudes broxantes revelam muito da personalidade de um cara. Aí, rola um medo dessas características não descansarem no chão do quarto, com a embalagem da camisinha, e sim avançarem com você e a garota para a hora H.
Fuja desses micos que te ejetam da cama da maioria das mulheres.


 1 – Tirar a camisa em público


Você não é salva-vidas, portanto a camisa fica. Esse apelo não funciona com a maioria das mulheres. A gente não fica molhadinha só porque o seu tanquinho se parece com duas fileiras de paralelepípedos (nunca achei que fosse usar essa palavra aqui). Faz pra chamar atenção e a carência fica tatuada na testa. Um rapaz que se livra da camisa em público nunca para por aí. Se sofrer de cafonice crônica, ele pode apresentar o comportamento número 2.

 

2 - Descer até o chão na pista de dança


Eu sei, eu sei, quando toca David Guetta na balada, você não controla o braço direito, que aponta pra cima, liderado pelo dedo indicador. É inevitável, depois desse movimento involuntário, descer até o chão. Para sua alegria, existe Las Vegas. Já ouviu dizer que o que acontece em Vegas, fica Vegas? Invista sua carreira de gogo boy em alguma cidade longe da sua. Homem descendo até o chão dá vergonha. Só o Latino pode (vai causar constrangimento do mesmo jeito, mas pelo menos ele ganha dinheiro pra isso).


 3- Esquecer a carteira em casa


Parece descaso. Se você esqueceu algo tão importante, que vai te deixar constrangido na frente de uma mulher, que você mal conhece, pode ser que você também tenha se esquecido de escovar os dentes. Na boa, não rola transar – nem casualmente – pra quem não se prepara pra te ver. Também pode dar a impressão de que você é folgado. Não lutamos pelos direitos iguais pra sustentar vagabundo! Vamos rachar essa continha aí.


 4- Falar no diminutivo


Se você convida a garota pra um jantarzinho e sugere uma saladinha, depois comem uma massinha, acompanhada de um vinhozinho. Se você se oferece pra pagar a continha e convida a moça pra conhecer o apartamentinho e diz que vai deixar a luminária ligadinha, pra fazer um climinha e começa dando beijinho, ela não vai esperar que o aumentativo  apareça de uma hora pra outra.


 5- Beijar com a delicadeza de uma princesa


Não preciso explicar. Você entendeu.


6- Achar que é a última bolacha do pacote


Se você é daqueles tipos que fala muito e ouve pouco, pois pensa que sua vida é mais interessante do que a do resto do mundo, sinto-lhe informar: você cansa. Se for pra sair com alguém pra ouvir um monólogo, é preferível assistir uma peça no teatro, ver TV, ler um livro – pelo menos assim, é mais garantido que vamos ouvir histórias interessantes.


7- Ser o Mr. Bafo


Até as coisas mais lindas ditas ao pé do ouvido perdem todo seu brilho quando vêm regadas por um mau-hálito matador. Seja de cigarro, de bebida, de estar muitas horas sem comer – nenhuma razão justifica a falta de simancol. Com um real, você resolve o problema comprando um chicletinho em qualquer esquina.

 

8- Axé pra dar um clima


Você pode ouvir axé, cantarolar axé, ter CD de axé, ir a shows de axé e treinar coreografias de axé na frente do espelho, mas não deixe nada disso sair do seu quarto (proteja a sua webcam, hackers existem!), pois podem causar sérios danos à sua noite. Mulheres são imaginativas. Imagina transar ouvindo se a informação que você gosta desse ritmo cai nos ouvidos de uma, ela pode te fantasiar dentro de uma sunga branca, num desses palcos dos bares de praia lá de Fortaleza, rebolando a retaguarda, como se participasse de um concurso para entrar pro Psirico. A hora certa de rebolar é na cama ou no carro ou no banheiro ou onde vocês dois decidirem. Nada mais desestimulante do que um homem rebolando igual ao marido da Carla Perez.






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terça-feira, 26 de junho de 2012

AI MEUS HORMÔNIOS!

Estava lembrando de uma constante na minha adolescência: a força dos hormônios!
Estes engraçadinhos já me fizeram passar por algumas situações vergonhosas e descaradas.
A desculpa cientifica é a de que nosso corpo esta passando por transformações e por conta disso, às vezes, ele exagera em algumas reações.
E como exagera! quando tinha treze anos passei por algumas bem cruéis.

Bastava olhar por mais de 5 segundos pra uma garota que... já estava "feliz feliz". O pior é que isso independia dela ser bonita ou não. Era como se eu estivesse numa espécie de modo automático, onde qualquer ser do outro gênero era uma vítima em potencial.
Eu lembro que havia uma moça que parecia exercer algum tipo de bruxaria sobre mim.
Ela nem era tão bonita assim, mas bastava se aproximar - e ela sempre se aproximava - que o estado da matéria mudava para sólido.
Eu ficava puto com aquilo!

Chegava em casa e tentava raciocinar que trairagem do meu corpo era aquela.
Ser vitima dos desejos sexuais nunca foi agradável pra mim, sei lá... Sempre me imaginei um conquistador, não um "dominado pelo "T" maíusculo - se é que você me entende.

O mais estranho é que sentia os desejos mais devassos com mulheres não tão "pretty woman".
Por outro lado, as mulheres de quem realmente gostava e respeitava, nunca me fizeram imaginá-las vestidas de tiazinha ou algo do tipo... Quer dizer, só teve uma.

Talvez, só talvez, quando alguem despertar em você, além de respeito e sentimentos nobres, uma profusão de "hormônios safadeeeenhos", talvez seja um sinal de Deus de onde você deve amarrar seu burro.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

MEU PRIMEIRO AMOR - PARTE 2


... No caminho pensava que teria um ataque cardíaco, estava ansioso pra chegar na escola, mas com muito medo, as mãos geladas, os lábios brancos, pálido, parecia que o sague não circulava muito bem. Devo ter ate pensado em simular uma dor de barriga, desistir e voltar pra casa.


Mas NÃO! Eu me achava maduro o suficiente pra encarar a situação, e já estava mais do que na hora de fazer isso... Quando percebi,  já me encontrava em frente ao portão da escola, o momento tinha chegado, soltei a mão da minha irmã mais velha pra parecer um pouco mais “independente” e entrei na escola. Me lembro de ter olhado de fininho e vi que ela já se encontrava em sala, ela estava linda (não me lembro qual sua roupa mais só sei que estava deslumbrante) quase me fez pirar, isso me motivou ainda mais a me declarar. Fui no banheiro tirei a carta da mochila e fui pra sala de aula com a aposta em mãos, era tudo ou nada! Não sei se fiz uma oração, mas era bom eu ter tido um bom momento de fé.


Entrei na sala segurando a carta, ela estava rodeada de amigas como sempre, e no grande momento de entregar carta... Tã-tã-dã-dãaaaã, eu travei, fiquei parado no meio da sala como se fosse uma estátua oferecendo um papel pra quem quisesse levar. Não conseguia mexer as pernas por que elas tremiam muito, meu coração batia tão forte que dava de escutar de fora do meu corpo, e tenho quase certeza que meu cérebro parou por no mínimo 10 segundos, e nesse tempo Pâmela com toda sua delicadeza e rindo muito, apanhou a carta da minha mão sem dizer uma palavra. E enquanto todos os meus coleguinhas riam de mim, meu cérebro voltou a funcionar e eu recuperei os sentidos, fui andando de costas em direção a porta e quando sai da vista de todos... Comecei a correr.


Corri igual ao papa-léguas e me escondi atrás da cantina. E comecei a pensar na "cagada" que tinha feito, nada tinha saido como eu havia planejado, mas agora não dava pra voltar atrás e eu não queria nunca mais entrar naquela sala de aula. Até que a professora veio falar comigo, perguntou se estava tudo bem. Depois me levaram pra casa.


Passei muito tempo pra me recuperar, todos zombavam de mim... Então coloquei na minha cabeça que se fosse pra se declarar tinha que ser de uma forma impactante e inesquecível, mas também poderia ser simples e singela. O segredo não é a forma de se declarar e sim no que você realmente sente. Nem que pra isso você tenha que mandar flores, enviar um carro de mensagens, compor um musica, ou até mesmo entregar seu único Filho, de todos os dons o amor é o maior deles... Pense nisso!
No meu próximo post eu vou continuar falando sobre declaração de amor, algo muito interessante aconteceu na minha escola essa semana. Fique por dentro do MUNDO DE COISAS e divirta-se!
Ah! Já ia me esquecendo... Kkkk
A resposta dela foi não. Ela disse que era muito nova pra namorar e que sua mãe não deixava... Cortou meu coração! Mas no fundo, no fundo, eu sabia que ela pirava no garotinho aqui... :D

Gostou? Comenta ai embaixo... Só não esqueça o nome. Obg


HOMENS MIMADOS

Eu não tenho nada contra os rapazes. Gostos deles na maioria das vezes, mas tem um tipo que me cansa. Os mimados. Aqueles que acham um despautério você não cair na conversa deles. Ou na cama. Como se fossem a melhor oportunidade em vista. Como se você não houvesse outras opções, porque é baranguinha ou chatinha ou louquinha demais.
A insistência deles só me reforça. Não, não quero mesmo.

Juro, não jogo contra os rapazes. Gosto mesmo deles. Quando estampam um sorrisinho tímido na cara suja de barba. Ou grudam o olhar em mim, como se curiosos pelo que existe depois da maquiagem. Por debaixo da roupa. Além da pele. Pelo que toca o meu sangue. Gosto dos rapazes quando não exclamam. Nada mais charmoso do que um cara no canto. Exalando pontos finais. Gosto do cuidado que têm para não falar de outras, porque não existem outras quando eu estou. Sou única, obrigada.

Mas os mimados (uma pausa para eu bufar de preguiça), aquele tipo Mamãe-quero-uma-arminha-de-brinquedo-Então-toma-filhinho – cresceram com todas as vontades de peito e carrinhos e Backyardigans sendo realizadas imediatamente pelos seus (escravos) pais. Só que meninos crescem e viram marmanjos. Vai recusar uma noite de cinema e sexo com um mocinho que mamou no peito até os cinco anos de idade.

Não rolando uma atração da sua parte, alguns deles escancaram a carteira. Ah, o cheiro do dinheiro! Acontece que desejo não se compra. De algumas garotas você, no máximo, troca por contas de jantares e carros e finais de semana na sua casa de praia e pensão alimentícia depois (sim, cuidado). Mas eu não habito o nicho das interesseiras. Eu só beijo de graça. Farras no edredom não fazem parte do meu ofício, então não cobro. Mas só faço quando eu quero. E se eu não quero, o rapaz mimado emburra. Quer que a mamãe te compre a máscara do Homem-Aranha pra ficar mais feliz?

Desacostumados a ouvir Não, eles passam a te ignorar de maneira bem agressiva. É o novo chorar pra conseguir o que quer, já que deixaram o Pré-III há muitos anos e não conhecem outra maneira de chamar a atenção. Aí, qualquer comentário recém-saído da sua boca, é metralhado. Cortam o Bom Dia, antes tão simpático, pelo silêncio incômodo de um escritório às dez da noite. No teu aniversário, deixam claro pro mundo – inclusive com a ajuda de redes sociais – que é só mais uma data comum e, minha filha, nem um Parabéns pelo twitter. Você fala, ele derruba. Bobo. Não sou sua mãe. Não me corta o coração ver você sofrendo. Seja homem e vá pro canto do quarto e reveja as suas malcriações.

Eu não ignoro de volta. Sou das esquentadas. Devolvo. Em moeda maior. Se você não aguenta a birrinha deles, aceite o convite. Mas não se espante se, no dia seguinte, for trocada pela piscininha do Patati Patatá.


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segunda-feira, 18 de junho de 2012

FIM DE NAMORO.

O que você já fez depois do fim de um namoro quando não foi você quem terminou?
Já pôs o nome na boca do sapo? saiu falando mau? não quis mais ouvir falar o nome da ou do ex?

Ou você é do tipo civilizado que aceita o fim numa boa e ainda mantem a amizade? - na medida do possível.
Já vi mulher jogar as roupas do namorado pela janela, homens fazerem papelão na porta do trabalho da ex, enfim... Parece que de alguma forma todos nós procuramos meios de contornar a terrível situação. Seja através da negociação para uma segunda chance ou uma ameaça psicológica de que quem abandonou, jamais será feliz com outro alguém como supostamente seria se ficasse com você.

Eu nunca fui tão dramático - pelo menos não admito - depois de um "game over".
Não faço bruxaria contra, apesar de ainda me achar o ultimo biscoito do pacote. Sou daqueles que acredita que todas as nossas ações são como sementes, e no tempo certo vão dar os frutos tão esperados.
Claro que, mentalmente, chamo de otária, dou beliscão, mas não passa disso.
Em última estância, como artista que sou , faço uma musica. Uma trilha sonora para passar o tempo:

Dor de Cotovelo  - Ouça aqui

Correm boatos que voce se transformou
Solto no mundo, cachorro louco incorporou
Só quer saber de farra, balada, beber, pegar e não se apegar   
Mais o que aconteceu com aquele bom rapaz?
A noite chega e logo se arruma e sai
Em busca de veneno pro seu coração

Procura de mesa em mesa, bar em bar
Em um corpo estranho encontrar 
Sua cinderela mais que bela, outra princesa
Que faça mais do que a primeira fez
Que escolha ele pra ser seu rei
Que queira ser a dona do seu coração

Se ele conseguirá, só o tempo dirá
Então vou esperar pra ver.

Composição de Hudson Fabio Muniz Alves

domingo, 17 de junho de 2012

SIM! MINHAS AMIGAS SABEM QUE VOCÊ BROXOU


Numa plateia de perdigotos, risadas e frases frouxas encorajadas pelo álcool, me desafiaram: O que as mulheres pensam quando um cara broxa? Eu raramente falo de sexo em público. Não que eu prefira fazer sexo em público – é só uma postura que adotei para manter o mistério, já que meus decotes andam muito descarados. Mas éramos oito amigos na vigésima garrafa de cerveja. Eu, a única mulher. Abrir uma exceção a minha regra talvez anulasse o próximo passo de qualquer bêbada: dançar de um jeito sensualmente patético em cima da mesa.

O dono da pergunta foi logo caçoado pelos colegas viris. Broxar é um assunto velado entre os homens. Se não falarem disso, nunca aconteceu. Eu ri. Passo um final de semana sem roupa na avenida Paulista se isso nunca aconteceu com todos eles.
Na mesa, eles evitavam me encarar, como se não precisassem da minha opinião. Como se não se importassem. Como se nunca tivessem passado por uma situação dessas. Mas os troncos e os pés deles continuavam voltados pra mim. A linguagem corporal é clara: eles matariam pela minha resposta.

Pensei que, não sendo comigo, eles podiam broxar quantas vezes quisessem com quem eles quisessem e fim de papo. Mas eles mereciam algo mais real. Quer saber, eu comecei. Eu acho que é muito mimimi em cima do assunto. Acho mesmo. Se não é a terceira vez que você broxa com mesma garota, então sossegue. Se é, procure um médico. Mas tranquilo. A-con-te-ce.
Se você for o meu namorado, eu até vou ficar ali te consolando, caso você seja do tipo que precisa ouvir boas frases pra se sentir menos frustrado. Mas não vou me importar. É só não virar rotina. Uma vez a cada seis meses, a gente aguenta. Mas se você for só alguém que eu estou saindo, eu vou me vestir e ir pra casa. Vou ler um jornal, jogar Angry Birds ou passar hidratante nas pernas. Já esqueci o que houve. Mas...

A minha impressão é que muitos garotos se preocupam se essa situação chata vai sair das quatro paredes e alimentar ouvidos curiosos. Sim, desculpe, mas vai. Nós contamos para uma, duas, três, quatro, cinco amigas. Você vai ganhar um apelidinho sobre o seu desempenho, quer dizer, sobre a falta dele? Também. Vamos rir um pouco da desculpa que você inventou pra justificar? Não. Vamos rir muito. E, por favor, você não foi o primeiro homem a enrugar nossos lençóis, portanto evite dizer que isso nunca aconteceu antes. A não ser que queira virar assunto de emails trocados por uma turma feminina e extremamente venenosa.
Vocês não comentam quem comem? A gente comenta quem broxa.

Pode ligar na semana que vem. Broxar, não anula uma segunda chance. Ela pode existir. Mas aí, amigo, você não decepcione, pelamordedeus. Concentração máxima. Trate seu desempenho como uma final de Brasileirão. Não beba tanto. Não cheire. Evite a fadiga, já disse Jaiminho do Chaves. A menos que você queira perder a garota e ter seu apelido de broxa perdurado nas rodas.
Enquanto eu contava, meus amigos assoviavam. Olhavam pro teto do bar. Pras bundas que passavam. Pediam mais rodadas. Mas eu sei que prestavam atenção em mim. Deviam estar multiplicando as vezes que já broxaram por cinco amigas.



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UMA NOITE NO PAÍS DAS MARAVILHAS.


Em 1951 os estúdios de Wall Disney trouxeram ao mundo um de seus maiores clássicos.
Não sei se foi só a qualidade técnica da animação, o que era um avanço para época, ou se foi o roteiro extremamente maluco.
Se você já teve a chance de ver a ultima versão em que Johnny Depp atuou como o chapeleiro – ele só faz papel de maluco? – nem viu nem de longe o nível de esquisitice do desenho da década de 50.
Esse desenho era “Alice no país das maravilhas”, que contava a historia de Alice, uma menina que encontra um coelho de chapéu e com muita pressa correndo pelo jardim, gritando que estava atrasado. Como qualquer pessoa decente, Alice segue o coelho até um buraco de arvore, onde ao entrar, cai em um “mundo muito louco”.

E por falar em loucura, eu estava dando uma volta pela cidade, ali pela orla, quando vi uma parada com um brilho muito forte.
Morar em uma cidade à beira do rio tem suas particularidades:
Em vez de shopping centers, nos fim de semana vamos todos para a orla da cidade, curtir musica de barzinho, comer em algum bangalô ou só ficar de boréstia com a namorada, esposa, amigos, família ou cachorro – tem gente que faz isso. #poser*
Estava eu, dando uma volta na orla em um fim de tarde, quando vi algo diferente no farol municipal - Como temos uma forte movimentação de embarcações, mesmo durante a noite, fio construído um farol para auxiliar na navegação noturna.

Uma luz colorida, bem diferente da amarelada de sempre, me seduziu a aproximar-me. Quando cheguei à porta do farol fui sugado pela força sobrenatural da curiosidade, cai no buraco negro.
Depois de atravessar uma porta larga e bonita me deparei com seres totalmente diferentes do que costumo conviver na minha nada mole vida.
Eram um bichos de cor clara e todos muito cheirosos e cheios de pose. Fumavam cigarros de grife, que deve ser tipo comprar caixão caro: baboseira.
Eles nem me deram atenção, o que foi o suficiente para que cruzasse o salão principal rumo à outra porta, que assim como o farol, brilhava luzes coloridas em tons de vermelho – cabaret?*

Chegando na porta, o segurança me disse que ali era um atalho para a terceira porta e que dali em diante, só com autorização especial da dona do farol. Ele pediu que eu esperasse alguns minutos. Foram cinco minutos ate que o segurança voltou e liberou minha entrada rumo à uma longa escadaria que levava ao ponto mais alto do farol, onde a luz colorida brilhava com a intensidade de uma boate gay – sem ofensa.
A tal dona do farol, que me deixou entrar, estava no fundo de um longo salão, observando a distancia, o comportamento de todos os presentes.
Os bichos desse lugar eram hilários! Andavam de um lado por outro com baldes nas mãos, carregando gelo para amenizar a temperatura do lugar - #inferninho.
Eles tinha uma maquina que tocava musica, sempre o mesmo ritmo, só mudavam a letra.

E por falar em letra, quando a maquina começou a tocar, de novo, o mesmo ritmo. Um sujeito subiu e uma das mesas e começou a contar e cantar sobre sua aventura em uma “Fiorino”* que tinha de tudo no bagageiro... A galera pirou na historia!
Depois rolou uma vibe* “enfica”*  onde enfim...
Fiquei tão chocado com o que via que tirei meu celular do bolso e tentei encontrar minha localização no GPS. Bolo doido era o que o GPS dizia – agora fazia sentido o tiozinho tirando a camisa do meu lado.
De repente a dona do farol deu um comando à todos:
- Mãos pra cima... Cintura solta... Dá meia volta... Dança “kuduro” *.
Todos obedeceram com uma aparente alegria e descaramento como poucas vezes eu ví.

Nas duas horas seguintes fui encoxado*, apertado, arranhado, mordido e seduzido. Não que tenha me sentido completamente forçado a ceder a esses assédios, não foi isso. Eu achei foi graça. Foi como ver índios pela primeira vez, é chocante ver gente que vive nua o tempo todo, balançado as paradas – no caso dos homens.
Depois a gente entende que esse, de repente é o jeito deles de viver, mas eu prefiro ficar vestido, com minhas “coisas” seguras.
Acordei na minha cama, em um domingo de manhã sem saber como havia saído daquele lugar surreal. Mas honestamente, nunca mais dou moral pra luzes que brilham na orla desta cidade.
#traumamodeon.*


# - símbolo muito usado no twitter para avisar do que se trata o assunto em questão.
Exemplo: Beijo do gordo #josoares (estamos falando do Jô Soares)

*Poser - é um termo pejorativo, usado frequentemente nas subculturas punk, metal, gótico, entre outros, para descrever "uma pessoa que finge ser algo que ela não é".

*Cabaret - casa de diversões onde se bebe e dança e em geral se assiste espetáculos de variedades. (putaria)

*Fiorino – Um modelo de carro da Fiat, era a cara do velho Uno Mille.

*Vibe – Momento específico, sensação, impressão psicológica sobre algo ou alguma coisa.
Exemplo: Tô com uma vibe estranha na barriga (dor de barriga).

*Enfica – Musica de conteúdo sem vergonha, e que me recuso a explicar.

*Kuduro – Musica de abertura da novela das oito, que começa às nove...#poser

*Encoxado – situação em que alguem se aproveita de sua nobreza e lhe passa a mão descaradamente.

*Traumamodeon – quando usamos hashtag (pronuncia-se: reshhhtegiiiii) a frase que a acompanha deve vir sem espaços.
Exemplo: Traumamodeon ( quer dizer que o Trauma está ligado, como se tivesse botão de liga – on -  e desliga – off)
















sexta-feira, 15 de junho de 2012

MEU PRIMEIRO AMOR


Alô galera!
Meu nome é Maurício Rocha, tenho 17 anos, curso o ensino médio e sonho em “fazer a diferença”.
Essa coluna chama-se: “LÁ NA ESCOLA”, onde vou falar sobre algumas coisas que acontecem, aconteceram e acontecerão entre as quatro paredes de uma sala de aula, nos pátios, nas quadras poliesportivas e até nas secretarias.

Historias divertidas, engraçadas e tristes! - Quando eu levo bomba.
E como ainda estamos na semana dos namorados,lembrei do meu primeiro amor.
Assim como 99,9% da população mundial que já se apaixonou, ele surgiu na escola!
Estava na alfabetização quando percebi que estava apaixonado. 
Ela era a garota mais linda e perfeita do mundo, era magra, um pouco mais alta que eu, cabelos negros, curtos, era minha vizinha e tinha um sorriso que meu Deus!

Seu nome era Pâmela, mas eu conseguia irrita-la com “Panela”. 
Era tudo o que um garoto de 6 anos precisava, e por vê-la todos os dias achei que estava mais do que na hora de me declarar, nada mais justo que ela saber dos meus sentimentos, ora.
Mas na época esse era o problema, me declarar. Isso gerou uma guerra na  minha cabeça, e vieram as típicas perguntas: como fazer isso? Onde fazer? Quando seria o momento certo? Qual seria a sua reação ao saber? E a principal, qual seria a resposta?

Eu tinha que fazer isso de uma forma marcante, tinha que impressionar a gata. Mas pra isso tinha que vencer a timidez, o medo, a ansiedade, e a zuação dos meus coleguinhas - Eu acho que era precoce.
Resolvi apostar na moda antiga e escrever uma carta pra mina!
Estava na casa da minha vovozinha - eu lembro bem- quando criei coragem. Peguei lápis e papel, busquei inspiração no fundo do quintal e comecei a “escrever coisas lindas”, em minutos a carta estava pronta para ser entregue no dia seguinte.

Ao amanhecer acordei cedo e me preparei pra ir a escola, coloquei o valioso papel na mochila como se minha vida estivesse ali, preparei minha lancheira e segui com minhas irmãs rumo ao matadouro...

Continua! kkk

terça-feira, 12 de junho de 2012

ESSE TAL DIA 12

Hoje é feriado? Porque tenho a impressão de que o clima está diferente.
Quando entrei nas redes sociais hoje, vi um negócio que não se vê frequentemente:
Uma quantidade absurda de gente on line!
Juro pra vocês que há muito tempo não via isso. È como se todos estivessem lá esperando alguma coisa acontecer. Mas o que seria?

Declarações de amor? alguem que apareça repentinamente na sua "timeline" e descaradamente diga o quanto você é especial neste simbólico dia? "cutucadas" com intenções secundárias?
O que tenho sentido ao ver todos estes sinais - gente on line em horários que não são de costume, espalhando "memes" pseudo-românticos - é que as pessoas ficam passivas ao amor neste tal dia 12.
Todos estão lá esperando a manifestação de um milagre, de um evento cataclísmico, de um turbilhão de serotonina, de qualquer coisa que os faça sentirem-se amados e desejados especialmente neste tal dia 12.

Honestamente acho que amar alguem no tal dia 12 é muito fácil. Quero ver amar no dia 25 - quando o salário já foi e outro não chegou.
Ser romântico no tal dia 12 é moleza, quero vê o Don Juan no dia mau - aquele da TPM.
Fazer a gata lembrar-se do dia dos namorados é relax. Quero vê ela nunca esquecer do 15 de janeiro, 25 de fevereiro, 18 de maio ou 11 de setembro...:p

Meu recado pra esse tal dia 12 é: passe de uma vez! porque planejo dias muito mais memoráveis, onde você será só mais um dia para se ver reportagens especiais na TV e vender flores.





AMOR PLATÔNICO? EU JÁ TIVE

Amor à distância... Quem nunca sofreu desse mal?
Por Priscila Nicolielo

Eu já tive uns 754. Meu primeiro, foi pela foto do Michael Jackson, na capa do álbum Thriller. Gostava das covinhas dele. Meu pai me acordava bem cedo só pra voyerzinha aqui assistir ao Michael e as covinhas dançando como monstros. Um monstro que eu jamais alcançaria. Não existem campanhas de prevenção de amor platônico. Peguei, porque entrei sem camisinha.

Depois disso, na primeira série, me apaixonei por alguém mais 3D: Marcelo, o ruivinho da sala. Ele me lembrava o garotinho de um filme triste, que eu via na sessão da tarde e que me fazia chorar. Desde pequena eu encarei o amor como uma novela mexicana bem carregada de drama e maquiagem. Eu soprava bolhas de sabão do meu prédio me perguntando se elas chegariam até o Marcelo. Se elas fofocariam o que eu sentia por ele – porque eu não tinha coragem de dizer (precisava?). Se ele olharia pras bolhas curioso pra conhecer a dona delas e aí teríamos assunto, antes da aula de Estudos Sociais. Óbvio que as bolhinhas explodiam logo, destruindo os meus recados de amor.

Eu não queria namorar o Marcelo. Não queria segurar a mão dele na escola. Eu não era esse tipo de garota, quer dizer, eu tinha sete anos e uma mania constrangedora de ficar vermelha na frente dele. Tipo aquele galo de casa de avó que muda a cor quando vai chover. Como o meu corpo já demonstrava demais – ou eu achava que demonstrava – o que eu sentia pelos garotos, eu decidi não verbalizar. Meu diário era o único pra quem eu confessava tudo. Tipo punhetas literárias.
Se um garoto, de quem eu estava a fim, tirava a blusa na minha frente, eu escrevia. Se pedia os patins emprestado, eu escrevia. Se deixava a cueca aparecer, eu escrevia. Eu lembro de um texto longo sobre como um deles jogou um palito encharcado de sorvete na minha pasta e lambeu em seguida – prometi nunca mais limpar.

A lista de amores platônicos foi engrossando. Eu gostava de longe. Da janela do meu quarto. Da arquibancada da quadra de futebol. Dava destaque a cada papelzinho de bala e bilhete que ganhava deles. Idealizava primeiros encontros. As notícias sussurravam freneticamente nas orelhas do meu diário. Dá pra entender? Eu queria história e não fucking relacionamentos.
Bem tarde, percebi que, enquanto eu fantasiava, eles namoravam outras garotas. Garotas mais desencanadas, que não ligavam quando flagradas babando pra uma foto deles. Garotas que não tinham medo se o namoro acabasse na semana seguinte. Se fossem traídas por causa da peituda mais velha ou por causa da viagem de formatura. Viviam os dias com calma e ficavam com quem queriam. Garotas que não se acharam ridículas, quando beijaram pela primeira vez. Que não tinham medo da outra primeira vez. Enquanto a tonta, que escreve esse texto, levava um ano pra aceitar ficar com alguém e, na maioria das vezes, se arrependia da escolha. Como se ficar com alguém fosse tatuagem, da qual a gente não se livra. Eu tinha medo de acordar e tudo ser de mentira. Ou não ser do jeito da minha mentira. Escolhi o fácil: o platônico. E embora há quem sofra (muito prazer!) com um amor não concretizado e idealizado, é bem mais simples lidar com o medo da rejeição do que com relacionamento real, onde problemas surgem a cada vez que a gente tira a roupa.

Com raiva de mim, o último por quem me apaixonei puxei pro canto numa festa e confessei, como se ele fosse o meu diário. Fuén. A maioria das pessoas, inclusive eu e ele, não sabe lidar muito bem com uma bomba amorosa caindo no colo, agarrando suas mãos pra nunca mais soltar. Ser amado deixa a gente com medo de quebrar a pessoa. Certas frases não precisam ser ejaculadas. Nosso corpo se declara antes da gente perceber que quer. Talvez esse cara já soubesse que eu gostava dele mais do que de mim, pela falta de ar que me assombrava quando ele tava perto. Tomei um fora. Real. Que me fez chorar na cara dele (bêbada, então perdoada).

A realidade me jogou de volta pros diários. Só que em outra página. Eu continuo sendo a voyerzinha dos sete anos junto com a punheteira literária junto com aquela que controla tudo o que passa pela garganta. É um 38 apontado pra cabeça do Eu te Amo. É tudo embaralhado. Ainda choro. Ainda coro. Ainda corro na direção contrária, quando alguém bacana aparece. Ainda me arrependo do que faço no fim da noite. Ainda peço pras bolhas de sabão contarem o que prefiro guardar. E ainda gosto de covinhas. Mas o amor hoje tem textura. Eu consigo encostar nele, sem escrever sobre o dia em que vai me partir.


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segunda-feira, 11 de junho de 2012

CUTUCADAS - SERÃO ELAS O FLERTE DOS NOVOS TEMPOS?

Socorro! Todo mês, a página do meu perfil no Facebook é espetada por cutucões de desconhecidos. Sempre achei essa abordagem meio esquisita. Imagino que, se a proposta atravessar a fronteira, posso me surpreender com o dedo duro de um estranho se intrometendo no meu ombro, no meio da rua.
O que uma cutucada virtual quer dizer? Uma piscadinha? Que alguém gosta de mim? Que me odeia? Que zomba de mim? É tipo um homem fermentando o peitoral pra ser notado por uma garota? Ou só uma paquera despretensiosa, que deixa claro que sou mais uma, apenas mais uma, de muitas outras mulheres cutucáveis? Cutucar é flerte, então?
Essa questão estrangula a minha tranquilidade. Não a entendo e, entendo menos ainda, quem se aproveita dela pra ter sucesso. São tímidos ou forasteiros da timeline, desesperados por uma oportunidade de mostrar que são caras bacanas, tão adicionáveis quanto você? Talvez apenas viciados um dar uma cutucadinha, uma nova espécie de tarado virtual, os serial cutucadores.
Eu sempre gostei de iniciativas verbais. Uma vez, resolvi namorar. Enchi uma fita K7 com a mesma música e dei de presente pra um garoto. Eram tempos que pediam atitude mais físicas, por causa da situação tecnológica. Para retribuir a iniciativa, ele discou o número da minha casa – a popularização do celular só viria no ano seguinte – e meu pai atendeu. A voz dele enfrentou a do meu pai, ocultando gagueira e insegurança, e o garoto pediu pra falar comigo. Por isso enlouqueço, quando alguém com dedos capazes de, pelo menos digitar um email, me cutucam no facebook em vez de dizer olá.
Há um mês, quatro cutucadas de estranhos moram no canto direito da página do meu perfil e ali descansarão até que seus cutucadores retirem as intenções indefinidas. Se depender de mim, as próprias pancadinhas virtuais se enjoam da espera e se desintegram de vergonha.
Eu deveria cutucar de volta? É como agradecer um elogio? Sou arrogante e ingrata por nunca ter retribuído o cutucão de um estranho? Não consigo. Seria como dar bola pra gente encapuzada e muda no metrô.
Uma vez, uma única vez, cedi. Por remorso. Estava me sentindo um pouco grosseira em relação aos cortejos virtuais. Cutuquei de volta. E a tréplica foi outro cutucão, que eu devolvi. E assim seguimos por semanas. Cutuquei, cutuquei até o infinito. Ele resolveu me escrever um email. Os erros de português do rapaz justificavam a opção de abordagem. Implorei com simpatias que voltasse a me cutucar.
Atormentada por pancadas e golpes e batidinhas e choques e reladinhas e baques virtuais, conheci alguém que flutuava no mundo real. Sujeito difícil de agarrar. Ele gostava de espremer as mãos no meu cabelo e rasgar o gelinho da cerveja que se forma na garrafa. Perpetuava, de um jeito canalha, nossos nomes com o dedo na parede, evaporávamos em seguida. Esperei dias para que o interesse dele se oficializasse, por meio de uma cutucadinha virtual. Eu pensava que se desconhecidos brigavam por um pedaço do meu perfil, ele também brigaria. O sentido dessa abordagem, confusa pra mim, teria seu foco finalmente ajustado, assim que o cutucão dele estalasse na minha tela.
Sujeito difícil de agarrar. Flutuou pra outros perfis sem que me explicasse o sentido de uma cutucada no facebook. Sem que eu a experimentasse com faíscas.

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sábado, 9 de junho de 2012

CURTINDO A VIDA!

Filme: Curtindo a Vida Adoidado - 1986
Você já assistiu ao famoso filme de Matthew Broderick Curtindo a vida adoidado ?
Um filme muito legal por sinal que conta a empreitada de um jovem sujeito que resolveu, na companhia de um amigo e da namorada, matar aula.
Mas o que fazer em um dia inteiro - nos Estates as aulas são em tempo integral - de folga?
Nossos amigos curtem as mais loucas aventuras, simplesmente pelo prazer de curtir.
Boa parte do perfis nas redes sociais exibem seus usuários em momentos de lazer e alegria em que simplesmente curtiam o momento.
Há quem prefira uma noitada regada à muita bebida e musica alta.
Outros preferem pescar na companhia de amigos ou ficar na fazenda, na roça ou no meio do mato acampando, só pelo prazer de ouvir o som dos grilos no fim de tarde.
Quando estamos curtindo momentos assim achamos que a vida é muito boa e que tudo de ruim que nos acontece de segunda à sexta será superado.
Quando curtimos momentos assim, sem a pressão do "o que farei amanhã?", nos tornamos celestiais.
Somos corajosos, ousados, envolventes e empolgantes.
Capazes de tirar o folêgo de alguem com um beijo, de liderar uma multidão com a idéia mais infantil. Porque todos, sem excessão, querem ser arrebatados por alguem que lhes convença que, contra toda a razão e ordem natural das coisas, curtir vale pena.
As fotos dos perfis socias dão um recado: é melhor você curtir a sua vida, pois ninguém lembra de quem foi trabalhar na quarta feira...Por outro lado, já namorei numa quarta como se não fosse haver quinta - disso eu me lembro bem.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

O MITO DAS BICICLETAS

Um dia desses vi algo quase surreal. Um jovem casal passeando de bicicleta - em uma só, diga-se de passagem - numa noite de sábado. Eu não sei você, mas as gatinhas nunca me deram moral na minha "fase ciclista". Quando eu era criança havia um clima diferente em relação à bicicleta.

Quando foi a ultima vez que você viu um comercial de bicicleta na TV? Talvez no dia das crianças, em um canal infantil, provavelmente do Ben 10.
Pois bem, da década de 70 até a de 90 o quadro era bem diferente. Bicicletas eram anunciadas em horário nobre, e por atores globais que escancaravam seu desejo por uma simples bike. Louco, não?

Quantas vezes vi casais de “crentes” indo pra casa no fim da noite de domingo, grudadinhos e de bike.
Quantas vezes meu Pai me levou pra escola em sua bicicleta velha. A mesma em que eu pedalava 12 km nos fins de semana com os amigos, apenas pela aventura de estarmos juntos.
Foi de bike que levei a primeira loura pra casa - a dela... Foi só carona, mas valeu.
Não se andava de bike por ostentação ou opulência.
Ninguém levava fora por estar ou não de bicicleta.
Eu me sentia "o cara" por descer uma ladeira sem usar as mãos no guidão - adorava fazer isso na frente da casa da vizinha por quem tinha uma queda, era meu charme.
Hoje as bikes parecem ter sido lançadas no buraco negro da vergonha. Mesmo com toda essa vibe ambientalista que nos cerca, não ouço falar de ninguém que saiu pra curtir a night tendo como meio de transporte uma bicicleta.
A bike que antes já foi sinônimo de alegria, aventura ou simplesmente meio de transporte, hoje não passa de um atestado de "Loser".

As motos, primas motorizadas do velho camelo tomaram conta do mercado, com a proposta de tornar seus usuários melhores no ranking do acasalamento. Afinal, segundo meu sábio amigo Michel, o cara sem moto pelo menos, é primo em terceiro grau de um cachorro.
Dizem que Adão e Eva perderam a inocência ao comer do fruto do pecado.
No nosso caso, acho que foi quando deixamos de andar de bicicleta.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

O PODER DO AMACIANTE

Se você tem mais de 20 anos, provavelmente deve lembrar-se do famigerado desodorante “AVANÇO”. Se não tem, não se preocupe que eu explico:
Nos áureos anos 90, surgiu um desodorante, que como tantos outros, lutava por um espaço em nossos sovacos. Com o sugestivo nome de AVANÇO, esse “perfumado” tentava agradar por sua proposta, que ia direto ao âmago masculino: COM AVANÇO, ELAS AVANÇAM!
Por mais cafona que soe hoje, na época, o slogan ficou impregnado na cabeça de milhões de brasileiros, dos quais este que vos fala, era um dos menores.
Embalado pelo sucesso dos TRAPALHÕES, o desodorante AVANÇO foi longe. Era hilário ver Dedé, Mussum, Zacarias, e Didi arrebatando corações pelo simples fato de usarem AVANÇO.
A cena era a seguinte: os caras estavam lá, tentando arranjar uma gatinha, mas nenhuma lhes dava a menor chance; mas bastavam algumas borrifadas de AVANÇO e tcharam! Não havia mulher que resistisse ao sujeito. Eu me perguntava se aquilo de alguma forma funcionava, afinal se os TRAPALHÕES estavam dizendo, deveria haver algum fundo de verdade. Menino é bobo ou não é?
Bom, hoje anos depois do sucesso do perfume que fazia as gatinhas miarem mais alto, me vejo diante de uma nova tendência tão arrebatadora quanto a do perfume AVANÇO: AMACIANTES.
Tudo começou com uma bela ruiva que me tinha em “alta estima”. Sempre me dizia que o cheiro do amaciante em minha roupa era tão bom. E enquanto falava, percebia sua voz quase embargada, como se ronronasse. No começo pensava: eu sou o cara! Mas outras experiências me fizeram perceber quer o buraco era mais embaixo.
Toda mulher que se aproximava a menos de cinco centímetros, disparava algum comentário a cerca do cheiro de amaciante que exalava das minhas roupas.
Mas onde estava o poder? Bom... Elas não paravam de me cheirar...: D
Não vou me anular pondo toda a culpa no amaciante, mas tenho que reconhecer seu importantíssimo papel de coadjuvante. Sem a presença dele, talvez não houvesse desculpa decente para aproximar se de mim sem levantar suspeitas suspeitíssimas.
E digo mais. Isso também demonstra que nós homens devemos nos importar com alguns aspectos, antes ignorados. É meu amigo... Antes se dizia que quando um homem entrava em uma sala, a primeira coisa que uma mulher olhava era para seus sapatos. Pois hoje vos digo, elas ligam pro seu amaciante de roupas... Melhor usar, não? :p

ROMANTISMO SAIU DE CARTAZ?

Que saudade eu tenho do meu romantismo tonto, protagonista de novela das seis. De quando a noite de domingo se apresentava e eu sempre pensava que podia assistir a algum filme delicado e feliz, que fechasse o meu dia com aquela leveza gostosa que as coisas simpáticas trazem. Corria para locadora de vídeos do bairro, implorando para acertar a escolha. Desejava aquele momento utópico dos filmes românticos em que você encontra alguém depois da prateleira, sugerido entre os filmes, como naquele remake de Romeu e Julieta, com o Leonardo DiCaprio, quando eles se veem através de um aquário cheio de peixes. A cena encanta, por isso quando mirei, em uma noite, um cara depois de um cardume de gente, para lá e para cá, e ele me observava de volta, pensei que pudéssemos virar história para ser contada. Ao menos, na fantasia acontecemos.

Eu voltava para casa com um romance só no DVD. Me recolhia no sofá e a noite passava solitária e clichê, porque no dia seguinte os mocinhos respondiam outras falas. Chato demais não poder controlar o outro, improvisar em cima de frases e conflitos que você não pediu. A expectativa mutila a realidade. Era como ter as novas versões do seu roteiro redigidas por pessoas indiferentes.
Eu pensava em desencontros como a pimenta de toda história e que os créditos finais apareceriam anunciando mais um fim sorridente. Acreditei tanto nisso, que por anos esperei o final de uma história que nunca se encerrou. Em vez de tranquilidade, só ganhei ressaca. Tive eu mesma de gritar “corta” e mudar de sala. Você precisa aceitar que, em alguns filmes, jamais vai ser a mocinha.

A vida está mais para um texto descontínuo, abarrotado de buracos. A vida se esforça o tempo todo para te mostrar que amor é algo que você desenhou. É difícil encostar esse personagem no canto e subir para tomar ar empedrado, a única maneira de respirar. É impossível não reprimir na cabeça a possibilidade de um final feliz, ao olhar para um abraço nas poltronas da frente no cinema.
Hoje, o amor já nasce duro e só quem improvisa é capaz de suportar as suas consequências.

PRINCÍPES ENCANTADOS EXISTEM ?

 Se você mora no planeta terra, seguramente já deve ter ouvido falar nestes sujeitos:
Bruce Wayne, Clark Kent, e Peter Parker, conhecidos mundialmente por seus alter egos: Batman, Superman, e Homem- Aranha, respectivamente.
Alem de ícones da cultura pop, esses sujeitos mostravam que ainda era possível viver por princípios, como amor ao próximo e coisas do tipo. Quantas vezes vimos esses paladinos refutarem a idéia, ainda que atraente, de fustigar os opressores dos fracos e oprimidos, não apenas por que isso não era certo; e olha que as situações geralmente eram favoráveis ao um acesso de testosterona. Ser um exemplo ao mundo estava acima de tudo para eles. Não importava quão dureza fosse seguir suas convicções, mesmo sentindo as dores heroísmo, que geralmente é interpretado como “maneísmo” (acabo de inventar essa palavra, é a síndrome do Mané) eles seguiam em frente e salvavam o mundo centenas de vezes.
Salvar o mundo! Esse é o ingrediente diário que falta á maioria de nós homens. Não falo de lutar contra vilões loucos que querem destruir ou escravizar o mundo, mas praticar atos que revelem a nossa natureza e inclinação poética de querer fazer do mundo um lugar melhor.
E as nossas parceiras de espécie, as mulheres, são um termômetro de como nós homens, estamos deixando de lado aquilo que sim, nos faz inchar o peito e sentirmo-nos dignos de nossas bolas.
Na semana passada houve uma avalanche de blogs e sites fazendo a mesma pergunta: ONDE ESTÃO OS HOMENS DE VERDADE?
Liderados por elas, as mulheres, esses sites e blogs colocaram em discussão a ausência de “homens-exemplo”, aqueles que se apresentam ás mães, e fazem as amigas suspirarem.
A crise de bons rapazes chegou a níveis tão alarmantes, que algumas senhoritas resolveram aderir a uma nova prática: namorar homens gays.
Chamadas de Marias-Purpurina, em alusão as Maria-Chuteiras do futebol, são mulheres que saem com homens gays porque, segundo elas, eles são sensíveis, amáveis, sinceros... Verdadeiros cavalheiros. Parece-me que a indiferença masculina aos apelos velados da mulherada, no que diz respeito aos princípios que regem um bom cavalheiro, as tem transformado em verdadeiras caçadoras de homens. E nós homens, como bons cafajestes que somos, adoramos ser alvos do desejo feminino de um “final feliz."
A culpa é delas então? Não, elas são só princesas em busca do príncipe encantado que lhes é devido. A culpa é toda nossa, que temos deixado de lado o nosso aspecto "encantado", talvez por medo de parecer fraco diante dos "muy" amigos.
Muitos de nós temos encarado o cavalheirismo como algo pertinente, somente àqueles que têm uma melhor condição financeira; culpa dos principies encantados do cinema e de historias infantis, que mostravam sujeitos lindos e bem sucedidos que não tinham outra vocação na vida, alem de resgatar moçoilas de seus demônios, quer fossem bruxas ou monstros... Pôneis malditos!
Os príncipes encantados existem sim!
Só não são, via de regra, playboys bem nascidos ou sujeitos que vêm acrescidos de casa, comida e roupa lavada. Príncipes encantados existem sim! Só estão enferrujados, destreinados e adormecidos. Adormecidos? Seria uma “Bela” a solução deste “mau atendimento?”
Com a palavra, as Princesas! :D

terça-feira, 22 de maio de 2012

QUE O FUTURO ME SURPREENDA!

Eu me lembro bem daquele momento, eu devia ter 14 anos por ai, estava passeando com um amigo quando paramos em uma loja de eletrônicos, que entre tantas ofertas destacava a TV via satélite.
O advento, segundo eles, oferecia imagem de cinema e som de CD – faz tempo que não usava esta palavra.
Lembro que me chamou atenção o fato de a qualidade de imagem realmente ser “diferente” da que estava acostumado, normalmente com chuviscos e coisas do tipo. Fui para casa com aquilo na cabeça: um dia quero ter TV por assinatura!
Anos depois o esforço e persistência foram finalmente recompensados. Eu agora era assinante de TV, apto a desfrutar de toda a famigerada imagem de cinema e som de CD.
Mas como a vida é uma caixinha de surpresas, eu agora me via com problemas diferentes. Como um bom brasileiro cor-de-chocolate, eu trabalhava pra caramba, o que restringia meu tempo de alegria na frente de minha TV, agora paga.

Não me parecia nada agradável pagar por algo que eu mal usava. Eis que surgiu a solução:
A minha operadora oferecia o mais novo “baduleco” tecnológico: o HDTV!
Um aparelho capaz de gravar e armazenar tudo o que o assinante desejasse, com um adendo:
Imagem em alta definição!
Mas será que era tudo isso mesmo? Resolvi experimentar.
No dia da instalação convidei meu amigo e vizinho pra avaliar a “parada” comigo.
Ficamos chocados! A qualidade da imagem é totalmente outro nível, nunca esquecerei o comentário tecido por meu amigo: “bicho... ser pobre é triste... a gente não sabe o que é bom”
A diferença abissal entre a tecnologia HD, e a que eu usava anteriormente me deixou pensativo: como as coisas evoluem! Como conceitos são quebrados diante do conhecimento!
Como o futuro pode ser surpreendente àqueles que o permite entrar!

O primeiro mp3 player que comprei tinha incríveis 128 megabytes, que por sinal me custou os olhos da cara. Hoje essa capacidade perde pra qualquer pen drive vendido na birosca da esquina. Lembro da minha antiga casa, da antiga escola, da antiga namorada. Achava que jamais viveria algo melhor, mas graças ao bom Deus fui sendo surpreendido ao longo dos anos, por dias melhores. A primeira escola foi nada, se comparada a ultima; a primeira namorada seguramente não me apaixonou como a ultima.

Talvez isso seja uma lição do futuro, que grita do distante e próximo amanhã: acredite em mim! Tenha expectativas a meu respeito, tome decisões pensado em mim, porque certamente chegarei trazendo comigo uma enorme bagagem; a soma de todos segundos do seu presente acrescidos de suas aspirações futuras, que quando eu chegar, serão seu presente... De presente.

Hoje acordei com uma enorme espinha no rosto. Será a puberdade? Ou talvez um recado de longe que diz: ainda há tempo, você esta só começando a mudança.

O QUE NOS TORNA UM BOM PARTIDO?

Meu turbulento dia de trabalho foi, abruptamente paralisado, diante da declaração de uma bela mulher à respeito deste que vos fala:
- Você é um partidão. As mulheres não sabem o que estão perdendo...
Primeiro, como já era de se esperar, me achei o gostosão. Depois fiquei pensando: o que torna, à nós homens, um bom partido?
As pesquisas dizem tratar-se de um sujeito adestrado - e essa palavra vem à calhar - nos mais variados tipos de peripécias.
Ele cozinha, - na verdade é um Gourmet - cuida da casa, fala uns dez idiomas e acima de tudo, é muito bem sucedido - Quando não, um empresário de sucesso.
Veste-se muito bem, e sabe que todas mulheres gostam de rosas... Acompanhadas de um bilhete. Sem contar que são amantes inesquecíveis.
Mas, o que fazer diante desse anseio feminino por um sujeito “X - MEN” , que a maioria de nós ainda não é?
Voltemos à cena inicial, onde fui declarado um bom partido:
Em uma conversa informal, uma moça que trabalha comigo perguntou se eu pretendia casar.
Eu respondi que sim, e acrescentei:
- Estou podre, por acaso?
Ela sorriu e disse aquilo que é o tema deste devaneio:
- Verdade, as mulheres é que não sabem o que estão perdendo.
Dizem que na mente das mulheres, surpresa e erotismo andam de mãos dadas. E que talvez, um sujeito ousado o suficiente, desperte sentimentos e sensações leoninas. - se é que você me entende.
O século 21 abriu um leque de oportunidades. Homens, antes grosseiros e sem jeito para gentilezas e firulas, hoje falam - de certa maneira - abertamente sobre seus sentimentos. Talvez isso nos tenha deixados “moles”. È como se tivéssemos perdido algo, ou alguma coisa nessa “evolução” metro masculina. - eu devo ter acabado inventar essa palavra.
Ao falar de nossas inseguranças, mais do que devíamos, acabamos por vender a imagem que mulher nenhuma compraria. Você compraria se estivesse no lugar dela?
O sábio Jesus sacou isso:
E disse-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu, ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça.(Lucas 9:58)
Será que estamos relaxando antes da hora?
Voltemos à escola amigos!
Ser um bom partido é saber que não é perfeito, mas acreditar que pode melhorar, crescer, pois o caminho do sucesso é ladeira acima.
È acordar todas as manhãs com a certeza de que é o melhor!
Autoconfiança... Jesus tinha.

A MINHA MÃE DISSE...

Eu me lembro perfeitamente da
primeira vez que ouvi aquilo:

- Menino, não pode varrer o lixo para
porta da rua... Faz mal!

Foi o que minha mãe disse. E isso é
só o começo; com ela aprendi que chinelo com a sola para cima transforma sua mãe em sapo. - ou será que foi na escola?

Brincar com fogo, segundo ela, fazia urinar
na cama.

Quando estava zangado, me sugeria
comer mamão pra relaxar.
Aprendi que antes de arrancar o
dente, deveria declamar essa oração:
São longuinho, São longão
Pega meu dente podre e me dá um
são!


Que comida quente dá dor de barriga.- queimar a língua não é importante.
Soprar contra a barriga de bebês -para imitar o som de um pum - dar dor de barriga... Nos bebês.
Assistir filmes de terror faria eu “me assombrar”.
Passar por cima de uma de minhas irmãs, caso alguma estivesse no chão, impediria seu crescimento natural, ou seja, faria mal.
Ela disse que eu apanharia se não cuidasse de minha irmã mais nova quando ela - minha mãe - fosse para o trabalho.
Se não lavasse a louça... Cascudo na certa.
Se tirasse nota baixa... Um olhar fatal. - e aquilo sim doía.
Se ficasse no sereno, passaria a noite tossindo.
Dizia que a razão pela qual me teve, era cumprir seus mandados... Eu contra argumentava que a razão foi porque “mexeram no que estava quieto”... Caíamos na risada!
Absurdas ou não, engraçadas sempre. As recomendações de minha mãe me fizeram sofrer, chorar, sorrir, ficar zangado... Mas mais do que isso, me fizeram ser o cara que sou hoje:
Criativo, amoroso, cuidadoso.
Tudo isso porque tive como exemplo alguém que nunca deixou de me instruir- `a sua maneira - sobre todos os assuntos possíveis.
Neste dia dedicado a homenagear nossas progenitoras mundo afora, lembremos-nos do que as tornam tão especiais: Falar pelos cotovelos!
Beijos Mãe.
:p