Alô galera!
Meu nome é Maurício Rocha, tenho 17 anos, curso o ensino médio e sonho em “fazer a diferença”.
Essa coluna chama-se: “LÁ NA ESCOLA”, onde vou falar sobre algumas coisas que acontecem, aconteceram e acontecerão entre as quatro paredes de uma sala de aula, nos pátios, nas quadras poliesportivas e até nas secretarias.
Historias divertidas, engraçadas e tristes! - Quando eu levo bomba.
E como ainda estamos na semana dos namorados,lembrei do meu primeiro amor.
Assim como 99,9% da população mundial que já se apaixonou, ele surgiu na escola!
Ela era a garota mais linda e perfeita do mundo, era magra, um pouco mais alta que eu, cabelos negros, curtos, era minha vizinha e tinha um sorriso que meu Deus!
Seu nome era Pâmela, mas eu conseguia irrita-la com “Panela”.
Era tudo o que um garoto de 6 anos precisava, e por vê-la todos os dias achei que estava mais do que na hora de me declarar, nada mais justo que ela saber dos meus sentimentos, ora.
Mas na época esse era o problema, me declarar. Isso gerou uma guerra na minha cabeça, e vieram as típicas perguntas: como fazer isso? Onde fazer? Quando seria o momento certo? Qual seria a sua reação ao saber? E a principal, qual seria a resposta?
Eu tinha que fazer isso de uma forma marcante, tinha que impressionar a gata. Mas pra isso tinha que vencer a timidez, o medo, a ansiedade, e a zuação dos meus coleguinhas - Eu acho que era precoce.
Resolvi apostar na moda antiga e escrever uma carta pra mina!
Estava na casa da minha vovozinha - eu lembro bem- quando criei coragem. Peguei lápis e papel, busquei inspiração no fundo do quintal e comecei a “escrever coisas lindas”, em minutos a carta estava pronta para ser entregue no dia seguinte.
Ao amanhecer acordei cedo e me preparei pra ir a escola, coloquei o valioso papel na mochila como se minha vida estivesse ali, preparei minha lancheira e segui com minhas irmãs rumo ao matadouro...
Continua! kkk







